A idiotologia da MODA!

Postado em Observações dignas de nota! em Novembro 20, 2009 por silxata

As 27 velinhas do bolo de meu último aniversário deveriam indicar um certo grau de maturidade, pelo menos, no âmbito dos “porquês”. Mas como, defininitivamente, eu não me incomodo com isso, adoraria algumas interrogações distribuídas por aí…

Pois bem, estava pensando sobre o que é moda? para que serve? E eu na minha “santa-sabedoria-de-achismos” devo contribuir com minha opinião certamente contrária aos seguidores…enfim. Que alguns aleguem a importância “filosófica-cultural-ecônomica-política-blá”da MODA. Mas, para mim é apenas um forma de manter o lucrativo comércio da indústria textil e das grandes marcas, claro! Por que andar todos iguais cria uma “identidade”? Ou pior, uma personalidade? Ou derivações do tipo…auto-confiança, estilo, atitude??? Atitude? É forçar um pouquinho a barra, né não? E o pior é que VENDE…porque muitos COMPRAM a “idéia”. Que na verdade, não é de modo algum legítima…alguém disse que isso ou aquilo é legal, e você para “ser aceito” se enquadra no requisito. Por que? Sinceramente, não consigo encontrar uma explicação racional, a não ser a necessidade de se “enquadrar”, de ser igual para se proteger dos julgamentos quando se é diferente…

Eu gosto de me sentir bem, claro, mas o “meu sentir bem” não está atrelado a me sentir igual…beleza e conforto andam juntos para mim. E só existem, combinados, simultaneamente. Não me recordo de ter comprado algo apenas porque é “tendência ou modinha”, porque um “fashion week qualquer” lançou no mercado, ou numa novelinha de quinta  das oito (seis, sete,nove…tanto faz). Como seria se não houvesse? O que mudaria se deixasse de existir? Além da falência de estilistas, marcas, e as carismáticas manequins etíopes?

Não bastasse a “cultura das tendências” no vestir, há de estar “antenado” em ter celulares que ficam obsoletos ao passo de um click no mouse; a nova música de Joelma e Chimbinha; ou uma nova boyband febre nos EUA; ou a nova “dieta do emagreça comendo” publicada no, “consagradíssimo”, Globo repórter; até mesmo campeões de bilheteria de qualquer filmezinho “mamãozinho com açucar” com uma imbecil qualquer legalmente talentosa (e talvez loira)…

De tudo que há de ridículo na “onda da modinha” há de se salientar a incompatibilidade com o adepto da mesma, as quais enquadram aqueles que “”passam fome” para manter um padrão aceitável; ou deliram achando que é capaz de usar um manequim absolutamente impossível com o formato-de-frasco-de-perfume de seu corpo; ou ainda, desfilam em bandos com lenços enroscados nos pescoços por aí, em especial, quando o calor está quase “evaporante”…

Qualquer lixo é moda, pelo menos aqui nas “terras onde canta o sabiá“… mulheres com nomes de fruta; jogadores de futebol; “citações” do tipo ” iarnuou” ou derivações de jargões noveleiros; bi/homossexualismo (como?); crianças pré-emo-adolescentes;  e até a Igreja Comercial do Reino de Deus….

Se você se enquadra em algum dos supracitados, parabéns, seja feliz à “imagem e semelhança”!

Desejo que seja proporcional ao seu bolso, seu corpo e o tamanho de seu espelho…Obrigada!

p.s.1 T.P.M. das profundezas do inferno!

p.s2. Sempre acompanhando os meus amigos blogueiros, claro! Desculpem o desaparecimento…o qual, talvez, ocorrerá em breve.

p.s.3. Bjocas pra Dê e pro Chicuta!

Inté!

O amor e o ódio desfilam, desajeitados, em uma corda bamba!

Postado em ...E meus pensamentos!, Incertezas... em Outubro 26, 2009 por silxata

Sem legendas!

Era dia. O amarelo quente rompia no horizonte beijando os beirais dos telhados das casas. Todas as cores eram alegres agora, como se derpetassem. Ela sentou na janela de seu quarto, dobrou as pernas junto ao corpo. E permaneceu ali até se sentir novamente aquecida. Estava segura, sobrevivera as suas frustrações, enlouquecera com elas e adormeceu, quando o volume de sua loucura tornou-se apenas um chiado.

Repetiu incontáveis vezes o que ouvira, e não sabia se eram reais ou jorros de ódio. Mas e se os impulsos forem de fato as verdades? Aquilo em que não temos tempo de pesar com nossa razão “dosadora de verdades”? Ela adoraria acreditar que que os impulsos eram apenas insanidades ditas por dizer…ou melhor, para fincar na carne, agredir. Era tão fácil destruir, ela pensou. Era mais fácil SER O PRÓPRIO ÓDIO. Por que?

Eles haviam destruído muitas coisas durante todos esses anos, com uma velocidade maior do que construíam e por esses e tantos motivos, ele sucumbira. O amor, os deixou. Ele não foi embora sem despedidas. Ele foi se esvaíndo, lentamente…se retirando a cada choque, cada pedacinho de tinta da parede que desbotava…ela não saberia ser algo, sem isso.  Não haveria recomeço, eles seriam os mesmos para sempre, era apenas uma questão de tempo para o ódio ser o dono do show. Também não valeria o “replay” daqueles momentos, enlouquecedoramente, dolorosos…

O amor dói. Achou que era piegas demais repetir frases como esta, mas agora sentia o peso dela. E só com isso soube o que significava.  Dói quando ainda temos um fio de esperança para dar certo, mas não podemos tentar e esconder o que somos de fato, por muito tempo. Eles se mostrarão novamente, a farsa não resiste a sede de destruir tudo que se ama. E o que se ama de verdade?

Ela amava viverem as mesmas experiências novas ao mesmo tempo. E amava que ele a acordasse beijando seus “olhos matinais”,  amava sentir saudades porque sabia que isso indicava que eles ainda “eram dois”…isso trouxe uma saudade, como se pudesse ser tudo como antes. Mas ela sabia que não,  porque uma nuvem encobriu suas  saudosas lembranças colocando-se imponente sobre seus motivos para agarrar-se a elas. A razão trouxera a água suja e parecia ter vida,  havia uma satisfação doentia em fazer isso.

Eles colecionaram os  pequenos ódios e carregavam em uma mochila por todo esse tempo e pegaram seus amores esculpidos em papel, velhos, desgastados, com cores tristes, os dobraram em 4 partes  e colocaram em uma gaveta cheirando a guardado e lembranças. Ela sentiu um doce e saudoso aroma (aquele dos  ”primeiros dias do amor”) destacar-se do papel quando o atirou para a gaveta, ele ainda tentava um último argumento…apenas uma lágrima, foi o que ela respondeu.

Ela não ia mais fugir, buscar outras vidas para fugir de sua. Ficaria ali, e sentiria…e deixaria que isso fosse real, enfrentaria…sangrando.

Nem só de amor vive um amor, ela falou em voz alta. E a verdade agrediu seus ouvidos.

“Eles” se foram…

p.s. Não  se trata de uma continuação…[Apenas o começo do fim!].

p.s.2 Seria auto-biográfico?

p.s. 3 Dê, apenas palavras… [adoooooooro vc!]

Abraço a todos…

Contando um conto-Parte I

Postado em ...E meus pensamentos!, Observações dignas de nota! em Outubro 9, 2009 por silxata


Freedom?

Ela gostava do tom avermelhado que ficava na parte interior de seus lábios. Também de estar de bem com os fios de seus cabelos, naquele fim de tarde, enquanto saia de casa. Ela não havia sido convidada, embora tenha recusado alguns convites. Apenas se despedia de sua rotina, acomodada em suas costas feito tijolos, para o mundo de possibilidades, onde a regra não é uma boa moça. Vestia quase uma segunda pele de tão suave e leve que se sentia, as bordas de seu vestido dançavam frenéticas, contra a rebeldia do vento. Elas também eram livres.

No trânsito ,olhava as  pessoas a sua volta como se nunca soubesse que de fato existiam, ela esteve sozinha por muito tempo,  voltava a se acostumar com maneiras alheias de ser. As pessoas e suas personalidades, expressas em tons, cabelos, olhares. Há muito não notava a vida que respirava, andava, fazia escolhas, vivia ao redor de sua área de segurança, aquela em que há dizeres “Área restrita. Só pessoas autorizadas!”. Quanta restrição ela havia imposto em sua vida? E qual o preço exato disso? Ela não saberia dizer o que se deixa de ganhar, quando se deixa de viver…

Estacionou em um barzinho animado com um grupo de adolescentes rindo e falando alto, logo na entrada. Todos com mochilas e bolsas abarrotadas de livros  e de sonhos. Aqueles que ela mesma carregou um dia, uma viagem maluca com os amigos guiados apenas pelo espírito de liberdade e diversão, agarrando as oportunidades que surgissem,  sem despertadores mal-humorados pela manhã alertando o início de mais um fluxograma entediante, conhecendo pessoas, lugares, crepúsculos e as cores dos raios de sol em cada lugar…embriaguez, sexo, música, todos vividos intensamente.

Depois disso, uma garota na faculdade, sentando sempre no meio da sala, porque agora era ela assim um “meio-termo” de tudo, nem queria o grupo dos perdedores, nem dos brilhantes, ela queria apenas que aquilo um dia tivesse um final. E que fosse o mais insípido e inodoro, possível. Porque ela não era uma pessoa feliz. E também, nunca pensou que deveria ser, nem como. Achou que havia gastado sua quota de diversão no parágrafo anterior, e que ser responsável, esta palavra que seu pai se orgulhava em erguer sobre ela como um palavrão em seus monólogos de decência e moral, não significava que deveria ser feliz também. Apenas cumprir as regras do jogo, e  dançar o melhor tango possível.

Ela nunca odiou seu pai por ser medíocre, nem por ser uma pessoa tão infeliz. Ela se odiou por ter permitido aprisionar-se em uma pequena caixinha de fósforo e nunca mais ter acendido um cigarro E quem sabe, jogada a fumaça na cara daquele velho, cuspido a indecência que ela sempre foi na cara dele. Ela teria adorado vê-lo inflar feito uma bexiga de aniversário daquelas que as letrinhas de “parabéns” ficam cada vez maiores a medida que o balão cresce. Ela seria este balão, se enchendo com tudo que ele sempre quis que ela fosse e que ela permitiu ser. E ela estouraria e sujaria a decência e a hipocrisia dele, com sua imoralidade pecaminosa…ela certamente iria gargalhar com isso! Como sinto pena de você, ela diria e iria embora para a vida…

Foi bom pensar nisso, ela dizia a si mesma. E tinha um sorriso malicioso, ao tomar nota disso, mentalmente. Ela sorria porque era livre, porque amou um homem que era exatamente como seu falecido pai foi. Um perdedor, que ela permitiu que fosse seu acompanhante na “arquibancada dos reservas”. Aqueles que se limitam a assistirem e fazerem julgamentos, sem nunca vivenciá-los. Ela acendeu um cigarro barato. E adorou a sensação de se intoxicar com o vapor venenoso que inalava…adorava este direito de  não ser o que eles gostariam que ela fosse!

Era apenas uma mulher e sua liberdade.

Por Silmara Dantas

p.s. Quem conta um conto aumenta um ponto?

p.s.2 Um momento de inspiração…sem garantias de sucesso! [Isso parece justo!].

“Minhas férias e eu”

Postado em Observações dignas de nota! em Outubro 6, 2009 por silxata

Bem, como alguns já sabiam, eu estou de férias…e isso, chegou em um momento muito oportuno a considerar meu nível de estresse, mas talvez não muito para meu bolso…o qual não permitiu uma grande viagem. Tudo bem, não se pode ter tudo! (mas nem um pouquinho????).

Passei boa tarde do tempo, assistindo filmes e lendo…aluguei alguns (19), e posso citar nomes como: Requiem-for a dream;  Geração prozac;  Em nome do pai;  Assunto de meninas;  Violência gratuita….e alguns outros que não me recordo agora….

Também li Crepúsculo, Lua nova e Eclipse…dei uma parada para ler “Eu sou o mensageiro”, sobre o qual me pego morrendo de rir sozinha na madrugada (desocupada desses dias). Definitivamente, Markus Zusak é fantástico, irônico, engraçado, inteligente….adoro! (Lembra  as coisas do Chicuta!).

Também, dei início a um processo de muita reflexão de minha vida (Eu na crise dos 27! Se é que tem essa!?)…sobre meu presente trabalho, e meu relacionamento de “6 milhões de anos”…sim,também acho muito tempo. E não, ninguém está enrolando ninguém…já não se fazem mais tantas mulheres que anseiam por um convite matrimonial para enfim serem esposas, mães e “felizes para sempre”. Não quero casar agora…não tenho este pensamento, esta maturidade, ok?Acho idiota quando aqueles parentes (“dor de dente”), ficam a indagar as célebres frases “Casa quando???”… eu fico com uma baita vontade de mandar tomarem naquele canto mesmo… esse que eu não devo dizer,  sob pena de passar a imagem de ser desbocada (por isso, eu digo aqui na intimidade de um parênteses: CÚ….E mais, vá tomar no Cú, seu filho da puta…cuida da sua vida, caralho! Prontofalei).

Pois é…se minhas férias não renderam uma viagem à Noronha (Visitar minha amiga, chiquetosa que mora lá…pasmem!!!), pelo menos a piegas frase “uma viagem ao meu interior” promoveu algum consolo…(não é este que você pode estar pensando…maldita malícia…kkkkkkkkk).

Estou rumo a:

- Mestrado (se não sair este ano…no início do próximo, certamente);

- Curso de línguas (de qualidade);

- Lamentavelmente…o fim das férias!!!!!!!!!!!!! :-(

Praia do Jacaré-PB

Felicidades….

Beijomeclica!!!!

p.s. Esse é o único “p.s” de hoje!

Sem edição!

Postado em ...E meus pensamentos! em Setembro 23, 2009 por silxata

Sem legenda!

02:41, madrugada de 23 de setembro de 2009 (recorro ao calendário do PC para confirmação da referida data, nunca fui boa com essas coisas…). Sobre o que escrever? Tomei um banho (“hora do sono”), mas haviam muitas interrogações e palavras e sentimentos em minha cabeça hiper ativa, adentrando a madrugada. Então, me recusei a ignorá-las e por que não dar-lhes o devido merecimento em tecê-las aqui? Lá vamos nós….

Para aonde exatamente quero ir agora? Algo interessante seria um começo aceitável. Defina interessante? Deixe pensar…algo que instigue, desperte, motive, emcione…Mas o que seria capaz de tudo isso? Ah,….as palavras. As idéias. A intensidade do que somos e daquilo que queremos ser e sentir, antes que percamos a chance de realizá-las, afinal de contas, um dia elas não poderão mais acontecer…

Mas e você? Está preparado para perdê-las, mesmo antes de vivê-las??? Não se perde algo que nunca se teve!? Ou perde-se?

Perdi.

Mas estou, definitivamente, inclinada a me convencer de que tenho motivos para ansiar por elas… no sentido de desejá-las. Elas estão ali, há um passo infinitamente próximo, basta um assentir e elas virão. Por que temê-las agora…deixe-as…Serem cruéis, honestas, irônicas, debochadas…que sejam a linha tênue entre o bem e o mal. Mas que sejam algo, palpável…e que definitivamente não haja o menor sentido.

Ah, eu também não entendi nada! (Só precisa ser um sentimento escrito!)

São as idéias que a insônia prega em minha cabeça cansada, suspensa no ar!

p.s. Obrigada por não desistirem de mim…

p.s.2 Chicuta, vou ficar no aguardo da história, ou seria conto?…Beijo da galega doida!

Inté! (já falei besteira demais hj!)

Parem de fazer filmes ruíns, ou eu explodo a terra!

Postado em Cine-lixo!, Parem de fazer filmes ruíns, ou eu explodo a terra! em Agosto 31, 2009 por silxata

Equívocos

Segundo as sábias palavras de Saramago: “O cinema destrói a imaginação!”. Sim, dito deste modo, absolutamente objetivo, simplista.  O mesmo usava este argumento de forma quase rabugenta, há quem diga um tanto conservadora, para não liberar os direitos autorais do então brilhante “Ensaio sobre a cegueira”. Mas, para quem assistiu ao mesmo, e conferiu os extras (do DVD pitarox ou não), pôde vislumbrar cenas da  estréia do filme em Portugal, onde o mesmo se emocionava ao lado de Fernando Meirelles (este último absolutamente extasiado como um garoto de 10 anos que ganha seu primeiro “PS”). Uma cena linda! Muito coerente com a obra cinematográfica!

Sim, mas não estou aqui para falar da adaptação (supracitada) bem sucedida, pelo menos , ao meu ver. E sim, da frase muito bem vinda deste brilhante escritor…

Ler…é imaginar, é criar um filme subjetivo, pincelar cores, formas, cheiros…e ai de quem se atreve a tocar nesta imaculada tela! Em alguns casos, quando alguns se aventuram, podemos considerar aceitável. Apenas um ponto de vista, de uma mente imaginativa diferente da nossa. O problema é quando a “corrompem” de forma estúpida, e devo acrescentar que isto independe de uma produção de baixo orçamento.

Quando eu li a primeira página de Crepúsculo, apenas deslizei meus olhos e estava no último ponto final da história. Está sendo assim, com os demais…”tentando lembrar de respirar”.  O mesmo não posso expressar de sua adaptação ao cinema, simplesmente ridícula, medíocre, deprimente! Só para começar existem  “lapsos” de fidelidade ao livro…depois, um bando de adolescentes (vindos diretos do H.S.M.), brincando de interpretar…tenha paciência, o que diabos eram aquelas expressões do então galã Robert Pattinson, eu apenas dei risada (depois de ter sentido um misto de raiva e decepção), para não falar dos demais integrantes da BOYBAND (com uma ressalva para Alice: Ashley Greene). As tentaivas de “efeito”, como por exemplo, Eduard correndo/voando com Bella em suas costas são tão mal feitas que se eu me esforçar um pouco mais (mesmo com meu significativo grau de miopia) poderei ver o cabo  de aço , a suspende-los!

 Fiquei tentando não ser tão ranzinza crítica e procurei algo para se salvar…mas eis que meus tímpanos se inundaram com a trilha sonora sebosa (só faltaram as coreografias…). Quase duas horas…perdidas! Enfim, a tortura foi concluída!

O fato é que este “cinema” foi uma tentativa de imaginação muito pobre, não fazendo jus ao brilhantismo de Stephenie Meyer…e neste caso, só posso consagrar as sábias palavras de Saramago!

 

p.s.: H.S.M.=High School Musical

p.s.2: Ainda asssim, corro o risco de me aventurar, na próxima ”adaptação” para a telona: LUA NOVA! (ao menos serve como tema para a próxima crítica!Nada como o conhecimento de causa!).

p.s. 3: Plagiei este título de um outro blog, muito bem vindo!

p.s 4.:  Surge uma nova categoria…muitos outros estarão “estrelando” aqui…(lamentavelmente, ou não!).

Abraço!

Inté!

Malditas novelas…

Postado em ...E meus pensamentos!, Observações dignas de nota! em Agosto 18, 2009 por silxata

Q.I. 33 e 1/3!

Sim, eu tenho aversão, ódio, nojo, asco, desprezo, nausea..eca-eca-eca, pela aquela maldita produção televisiva entitulada de NOVELA (morrreeeeeeeeeee).

Não acrescenta absolutamente NADA na vida da pessoa, exceto, os desfiles de moda (vulgo: tendências), os malditos (e abomináveis) jargões, orgulhosamente balbuciados por todas as criaturas capazes de falar, inclusive, pessoas irremediavelmente desocupadas. Basta uma personagem qualquer, por mais ridícula que seja, vestir algum estilo de roupa para virar uma mania nacional…e infelizmente os imitadores em questão não se dão nem ao trabalho de uma conferida no espelho antes de sair de casa. Pelo menos, rende algumas gargalhadas para quem vê esses ultrajantes por aí…bem, aí temos um outro ponto: os jargões, eles por si só são expressões estúpidas utilizados como tentativa de destaque para um personagem absolutamente BEGE! Sem sal, sem açucar e SEM TALENTO, É CLARO! O desastre em questão é potencializado quando o supracitado ocorre em um outro idioma!(rsrsrsrs). Brasileiro muiíssimo mal fala a língua oficial de seu próprio país, quiçá arriscar outro idioma!? (Ah, sim, porque novela também é cultura!) Eles insistem em tentar retratar culturas alheias…sem muito sucesso, devo acrescentar!

Para os que sabem ler (e compreendem tal leitura) é muito mais válido fazê-lo. Ah, é mesmo, os brasileiros não gostam de ler, brasileiro é visual, a única revista que “lê” é CARAS e seus derivados (que por sua vez oferecem preços mais generosos e uma dica de dieta do tipo “emagreça comendo” ou ainda “Dieta das mil ervas”, do arroz, do feijão, da água, da luz e blá-bláblá), livros mesmo, só quando são best-seller’s…até para isso o modismo é muito bem vindo!

As pessoas adotam as roupas, os cabelos, os costumes, a língua, os valores noveleiros. Elas ainda, tornam “as satânicas”, pautas para discussões em rodas de amigos, colegas…quem sabe até em rituais de exorcismo (algo a se pensar…).

Alguns defendem algo como…”as pessoas precisam se distrair de sua rotina estressante”.  Então recorrem ansiosas aos atuais ”Are baba”, emocionam-se, gesticulam, balbuciam felizes os infelizes jargões…e amanhã, como sempre, estarão a discutir sobre o episódio passado: opiniões se dividem, opiniões em coro…quem não assiste é o excluído, desatualizado, chato e blábláblá! (reparem que me enquadro , perfeitamente, nos requisitos mencionados!).

Que a benevolência repouse sobre meus comentários  ácidos,  e que  eu considere um meio de entretenimento para essas criaturas… mas não posso admitir que seja a  única fonte de “cultura” atualmente.

A novela com suas tramas medíocres, personagens estúpidos, trilhas sonoras melodramáticas (e na maioria das vezes, repetitivivas) e ainda jargões forçados de “quase-provérbios” respeitáveis IRRITA, INDIGNA…ENOJA!

p.s. Minhas sinceras desculpas aos apreciadores “moderados” do mundo noveleiro…não é nada pessoal!

p.s.2 Haverá uma luz no fim do túnel, ainda que seja a efêmera chama de um fósforo!

1/2 kilo de lixo “importado”, por favor!

Postado em ...E meus pensamentos!, Observações dignas de nota! em Julho 24, 2009 por silxata

Depois do Brasil ter conquistado “a duras penas” categorias disputadíssimas entre os piores no ranking educação, saúde, segurança e blá-blá-blá! A mais nova é a exportação de lixo para o Brasil…não, não me refiro a pseudo-culturas de qualidade duvidosa! Tô falando de lixo, aquilo que se resulta de coisas que um dia tiveram alguma utilidade, mas que por um coisa chamada “validade”, ou “vida útil”, ou  ainda”não serve para mais nada” limitaram sua serventia (pelo menos, temporariamente). Claro existem muitas explicações para o ocorrido, quem sabe algo como “a procura das Ïndias mercantes” e mais uma vez descobriu-se (por um acaso) a costa brasileira onde foi depositada algumas singelas toneladas de lixo! Quem sabe algum projeto pioneiro(obscuro) de reciclagem de lixo importado (porque até o lixo deles são melhores!)…sabe como é, a matéria-prima tem que ser européia!

Para quê? Por quê? (Malditas perguntas difíceis…peço ajuda aos universitários!)

Porque o moço que tava conduzindo o navio cargueiro errou a rota quando se dirigia “Ao Caminho das Índias”e apertou  o botão sem querer (enquanto equilibrava um sanduíche nada saudável com as mãos ensebadas de molho) e simplesmente…tharammmmm! “Brazil is a paradise!”

Então um belo dia, surgem uns  containers contendo discretas TONELADAS de lixo…as mesmas foram respeitosamente verificadas,analisadas, e finalmente, chegou-se a conclusão de que, de fato, tratava-se de lixo…mas não um lixo qualquer coisa de primeiro mundo….

O que me deixa chateada é saber a quantidade de matéria-prima (importada) desperdiçada, seria um luxo só para os catadores de lixo! Sacanagem…

Ainda bem que a Grã-Bretanha disse que os responsáveis (talvez) fossem punidos, porque se dependesse da injustiça brasileira eles seriam homenageados pela rede globo e ainda teriam um enredo de escola de samba para o próximo carnaval!!!

Um abraço a todos!

Inté!

Sobre o poder (in)destrutível das palavras…

Postado em ...E meus pensamentos!, Entre a arte e a vida..., Observações dignas de nota! em Julho 14, 2009 por silxata

São as palavras as grandes transformadoras…sobre elas respousam o verdadeiro poder. O anúncio das mudanças! Elas podem libertá-lo ou torná-lo um mero servo. São as palavras recursos para expressar “ódios e amores”, são as palavras edificadoras de um ser. Ainda que escritas, lidas, imaginadas, faladas…não existem fronteiras para seu alcance…o mundo se construiu e se destrói todos os dias, direta ou indiretamente, por elas!

Com elas só existe um caminho…o início de um parágrafo e depois disso não há mais como voltar. Ela o permite ser herói,mágico, voar,morrer,ressuscitar. As palavras o levam a caminhos que certamente seus pés jamais tocarão, elas permitem encontrar refúgio da solidão extrema, do desespero, da dor…ela se torna parte de você. Tornam seus argumentos, seus motivos, seus conceitos, suas verdades…mascaram as piores podridões da alma em virtude de um amontoado de letras maquiavelicamente organizadas!

Elas destroem todos os dias…elas contróem todos os dias…Há de se encontrar um equílibrio!

Há de se encontrar…

Nunca vou esquecer “A roubadora de livros”

Passei um tempo para terminar de ler “A menina que rouvaba livros” apenas pelo prazer de saborear as palavras…ah, as palavras!

Abraço a todos!

Inté!

“Padrão de Excelência”

Postado em Observações dignas de nota! em Julho 11, 2009 por silxata

Eis um pequeno fato: 99% não é 100%!

Não importa o quão competente você é em suas tarefas. Não importa a pontualidade inglesa, nem precisão cirúrgica, nem extrema halibidade no jogo-de-cintura em suportar outros  hommo sapiens sapiens por onde passa…Experimente ser exemplar todos os dias, estabeleça este “padrão de excelência” e, fatalmente,  este se tornará um carma…Por que? Bem…deixe me ver…não me faça perguntas difíceis!

Daí podemos obter um pequeno experimento (uma forma interessante, e por que não dizer “alternativa,” de se fazer notar)… simplesmente deixe de cumprir apenas uma (01) das trilhões de tarefas que faz por dia…ah, isto sim! Não faltarão dedos apontando o que deixou de ser feito…mas e os 99,9999999% feitos? Existe reconhecimento para um quase 100%? Existe uma quase conquista?

Fico irritadíssima com essas coisas, e elas estão presentes todos os dias…até em um simples ato de nunca deixar a toalha molhada em cima da cama em virtude de um maldito esquecimento (porque você está “mega” atrasada e ainda fazendo ”as trilhões” de coisas antes de sair de casa)…uma rotina quase religiosa é anulada por uma eventualidade!

Enquanto não encontro uma forma de ser “brilhante”  vou ficando por aqui com meus quase 100%!

bju!

Bom final de semana!

p.s. Dê…sorry! –>Nunca estive tão sem letras e pontos para escrever…:-(